MARIA HOMEM mostra biblioteca com ‘relíquia’ de FREUD, lembranças de CONTARDO e autores favoritos
Aos 10 anos, Maria Homem já se arriscava com Machado de Assis. “Eu lia mesmo sem entender”, brinca. Na adolescência, ela entrou no que chama de ‘fluxo onírico’ de Guimarães Rosa. “É o gênio da literatura brasileira.” E, mais tarde, veio a paixão por Clarice Lispector, que rendeu até uma tese de doutorado focada nos últimos romances da escritora.
Agora, aos 56, a psicanalista abriu as portas de sua biblioteca pessoal, em uma cobertura no Jardim Paulista. O espaço guarda não só seus autores nacionais favoritos, como os clássicos da psicanálise, um exemplar quase centenário de Freud e recordações do companheiro Contardo Calligaris, psicanalista italiano radicado no Brasil, que morreu em 2021.
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