LOYOLA BRANDÃO critica livro de García Márquez, mostra seus favoritos e diz qual obra jamais leria
Ele mergulhava nas páginas e sonhava ser muitos. Queria escrever como Faulkner, ter a vida badalada de Scott Fitzgerald, ser um ídolo cult-pop como Sartre ou um gênio do cinema à la Fellini. Da mistura de referências, jorra o puro suco de Ignácio de Loyola Brandão, imortal da Academia Brasileira de Letras, que celebra seis décadas de literatura este ano. Sua obra inaugural, Depois do Sol, foi lançada em 1965.
Loyola Brandão é mais um nome que abriu as portas de sua biblioteca ao Estadão. Um acervo de livros que se espalha pelas estantes, mesas, escadas, gavetas, armários e onde houver espaço em seu apartamento em Pinheiros. Ao longo do papo, ele também falou sobre outros autores que influenciaram sua escrita – como Hemingway e Patricia Highsmith – e que cruzaram sua vida – como Clarice Lispector e Jorge Amado.
A série COLEÇÃO DE LIVROS está de volta para sua segunda temporada e já vasculhou as prateleiras de figuras como Leandro Karnal, Luiz Felipe Pondé, Monja Coen, Raphael Montes e mais.
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