Falta de habilidade física não é mais impedimento para a criação artística na era da IA

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A criação artística sempre esteve intrinsecamente ligada à habilidade física. Possuir mãos firmes, controle motor refinado, capacidade auditiva aguçada e resistência corporal eram pré-requisitos incontornáveis.

Imagine o caso de um pintor que perdeu o movimento das mãos devido a uma lesão ou doença como a esclerose lateral amiotrófica (ELA). Até recentemente, a sua carreira seria tragicamente interrompida. Hoje, algoritmos de inteligência artificial (IA) já permitem que se crie uma obra de arte com a mente. Um artista tetraplégico pode imaginar uma obra e vê-la materializada sem jamais tocar num pincel.

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