‘Ditadura mata, ditadura vive de morte’, afirma Cármen Lúcia em julgamento de Bolsonaro e mais sete
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta quarta-feira, 26, a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A sessão neste segundo dia começou às 9h50 e terminou por volta das 13h. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, votou para tornar réus os oito acusados. Ele foi seguido por Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, presidente do colegiado.
Sustentando seu voto, a ministra Cármen Lúcia falou sobre a gravidade da denúncia de tentativa de golpe, afirmando que a democracia é um “pacto coletivo” que assinamos em sociedade para tentarmos viver melhor. “Fazer da vida uma aventura com possibilidade de cada um ser feliz”, conceitua a ministra.
De forma firme, Cármen Lúcia afirmou que “ditadura mata, ditadura vive da morte”, e que quem dá golpe para se estabelecer no poder está apenas buscando benefícios individuais, contrários ao conceito de democracia descrito anteriormente.
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